Lançamento da Plataforma PDA+ (Preservação Digital em Arquivos para Todos)

O Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) e o Grupo Preservação Digital em Arquivos para todos (PDA+) convidam pesquisadores, arquivistas, gestores públicos e profissionais da informação para o lançamento oficial da plataforma PDA+ (Preservação Digital em Arquivos para Todos), a ser realizado no dia 11 de junho de 2026, às 15h (horário de Brasília), com transmissão ao vivo pelo canal do Ibict no YouTube. O evento integra a programação da 10ª Semana Nacional de Arquivos e representa um marco significativo para a governança arquivística nacional.

O que é a plataforma PDA+?

O PDA+ é uma solução tecnológica pública e gratuita desenvolvida com o objetivo de democratizar o acesso a instrumentos de preservação de acervos arquivísticos digitais. Por meio de um fluxo estruturado em nove etapas consecutivas, a plataforma permite que instituições de qualquer porte:

– avaliem seu nível de maturidade institucional em preservação digital;
– gerem minutas personalizadas de políticas de preservação de forma automatizada e simplificada;
– fortaleçam os princípios de presunção de autenticidade, cadeia de custódia e acesso contínuo a documentos digitais.

A ferramenta é especialmente voltada para arquivos municipais, comunitários, universitários e centros de memória — instituições que historicamente enfrentam limitações de recursos técnicos e humanos para estruturar suas políticas de preservação digital.

Histórico e desenvolvimento

O projeto teve início em julho de 2024, a partir das discussões técnicas promovidas pelo evento *Arquivologia Solidária: apoio aos arquivos do Rio Grande do Sul*. Inspirado em soluções já aplicadas em bibliotecas e repositórios pelo Ibict, o PDA+ foi adaptado às especificidades do campo arquivístico, contando com a colaboração de pesquisadores, tecnólogos e profissionais de universidades, órgãos públicos e empresas especializadas.

Entre os marcos do seu desenvolvimento destacam-se o teste piloto no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), a homologação na Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e, em novembro de 2025, a **apresentação internacional na Universidade de Coimbra (Portugal) e o pré-lançamento durante o Dia Mundial da Preservação Digital, promovido pela Rede Cariniana.

Coordenação e equipe

A plataforma PDA+ é coordenada por Camila Schwinden Lehmkuhl (https://pgda.eci.ufmg.br/), pesquisadora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e integrante do Grupo de Pesquisa “Políticas e Gestão de Documentos e Arquivos” (PGDA), e por Humberto Celeste Innarelli, da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). A participação de Lehmkuhl no projeto reforça a relevância do PGDA na produção de soluções aplicadas à preservação arquivística digital no Brasil, consolidando a pesquisa científica como base para o desenvolvimento de políticas e ferramentas de gestão documental.

Pesquisadores e Especialistas:
Alex Holanda (Arquivo Nacional/UFF) | Alexandre Oliveira (Ibict) | Charlley Luz (FEED Consultoria) | Claudio Paulino de Oliveira (UERJ) | Lara Aquino (Pytá Preservação Digital e Tecnologia) | Manoel Pedro de Souza Neto (IPDCI) | Vanderlei Batista dos Santos (Câmara dos Deputados)

Desenvolvimento de TIC:
Leandro Chaves da Silva (Ibict) | Marco Antônio dos Reis (CIASC)

Realização e Apoio:
Ibict | AEL/Unicamp | UFSC | CIASC | FEED Consultoria | IPDCI | Pytá | UFF | UERJ

Informações para participação

Data: 11 de junho de 2026
Horário: 15h (Horário de Brasília)
Transmissão: Canal do Ibict no YouTube
Plataforma: (http://pdamais.ibict.br)
Inscrições: (https://www.even3.com.br/lancamento-da-plataforma-pda-744175)

A disponibilização pública do PDA+ representa um avanço concreto na construção de uma infraestrutura nacional de preservação digital, alinhada às demandas contemporâneas da Arquivologia e da Ciência da Informação. Garantir a permanência da memória digital é, ao mesmo tempo, um compromisso técnico, institucional e social.

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📚 2ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE ARQUIVOS (2ª CNArq) — O QUE ACONTECEU E O QUE MUDA PARA A ARQUIVOLOGIA BRASILEIRA?

Realizada entre os dias 26 e 28 de maio de 2026, em Brasília (DF), a 2ª Conferência Nacional de Arquivos (2ª CNArq) teve como tema central “Arquivos: agentes da cidadania e da democracia”. O evento reuniu representantes do poder público, profissionais da área, instituições arquivísticas, pesquisadores e organizações da sociedade civil para debater propostas voltadas ao fortalecimento da Política Nacional de Arquivos no Brasil.

Vários membros do Grupo de Pesquisa Políticas e gestão de documentos e arquivos participaram do evento, sendo que quatro membros atuaram como delegados. São eles:
– Camila Schwinden Lehmkuhl;
– Dalton Garcia do Carmo;
– Evelin Mintegui;
– Mariana Batista do Nascimento; e
– Welder Antônio Silva.

O evento foi resultado de um processo participativo que envolveu 24 unidades da federação, dez conferências livres nacionais e 2.547 participantes, reunindo cerca de 500 pessoas entre delegados eleitos, representantes de instituições públicas e da sociedade civil.

Por que agora?

A primeira Conferência Nacional de Arquivos ocorreu em 2011. Desde então, mudanças tecnológicas, institucionais e normativas ampliaram os desafios da área — entre elas o avanço da digitalização, a consolidação do governo eletrônico e a criação de marcos legais como a Lei de Acesso à Informação (LAI) e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

O texto-base do evento foi diretamente autocrítico: reconheceu que a conferência chegava “com a tarefa de articular diagnóstico, avaliação e proposição” e de compreender por que o legado da 1ª CNArq não se converteu em resultados estruturantes, apontando como obstáculos as recorrentes descontinuidades administrativas, as dificuldades de funcionamento do Conselho Nacional de Arquivos e o enfraquecimento da pauta em decorrência da vulnerabilidade institucional vivida pelo CONARQ e pelo Arquivo Nacional.

Os seis eixos temáticos

Os debates foram organizados em torno de seis grandes eixos:
**Eixo 1** — Marco Legal, Governança Arquivística e Perspectivas para uma Política Nacional de Arquivos;
**Eixo 2** — Gestão de Documentos como infraestrutura democrática;
**Eixo 3** — Preservação e Patrimônio Arquivístico;
**Eixo 4** — Acesso, Transparência, Inclusão e Promoção da Cidadania;
**Eixo 5** — Condições de Trabalho nos Arquivos e Ensino e Pesquisa em Arquivologia; e
**Eixo 6** — Arquivos Privados e Comunitários, Pluralidade da Memória e Interesse Público e Social.

O processo deliberativo e as 18 propostas priorizadas

Na quarta-feira (27), delegados e convidados debateram as propostas de cada um dos seis eixos temáticos e cada grupo elegeu as cinco proposições mais relevantes. Na plenária final de quinta-feira (28), as trinta propostas selecionadas foram apreciadas por todos os delegados, e por meio de votação eletrônica foram definidas as 18 propostas prioritárias — três por eixo.

A proposta mais votada: Conselhos Profissionais de Arquivologia

A proposição de maior votação foi a que prevê a criação dos Conselhos Federal e Regionais de Arquivologia — demanda histórica da comunidade arquivística, que recebeu 310 votos. Trata-se de um passo essencial para a regulamentação e valorização da profissão arquivística no país, colocando a Arquivologia ao lado de outras profissões regulamentadas por conselhos federais.

Outros destaques

🔹 **Digitalização e IA na pauta:** A conferência abordou os desafios impostos pela transformação digital, como a preservação de documentos, digitalização e o uso de inteligência artificial na gestão documental, além da necessidade de garantir soberania e acesso público a acervos digitalizados.

🔹 **Memória e reparação histórica:** O Arquivo Nacional recebeu recentemente uma nova leva de documentos da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que está sendo disponibilizada para consulta pública — presencialmente e por meio de acervos digitalizados.

🔹 **Arquivos comunitários:** Um dos grandes destaques foi o debate em torno dos arquivos privados e comunitários, com propostas que partem do reconhecimento de que uma política arquivística democrática exige atenção a territórios e experiências historicamente fora do circuito governamental — como arquivos de movimentos sociais, coletivos periféricos e instituições voltadas à preservação da memória social brasileira.

🔹 **Edital Brasil Arquivos:** Foi lançado o Edital Brasil Arquivos, parceria entre o Arquivo Nacional e o Instituto Galo da Manhã, que prevê a seleção e premiação de projetos de preservação, organização e difusão de acervos arquivísticos, distribuindo R$ 1,4 milhão para 20 projetos.

🔹 **Moções aprovadas:** Além das propostas priorizadas, a 2ª CNArq também aprovou 38 moções.

O que fica como legado?

A 2ª CNArq representa um marco de retomada da agenda arquivística nacional após 15 anos. Os resultados sinalizam três frentes prioritárias para os próximos anos: **regulamentação profissional**, **financiamento sustentável das políticas arquivísticas** e **adaptação ao ambiente digital** — tema cada vez mais central para quem trabalha com preservação, acesso e autenticidade documental.

Para pesquisadores, arquivistas e gestores de documentos, os desdobramentos desta conferência impactarão diretamente marcos normativos, infraestrutura institucional e até a formação acadêmica na área.

*#Arquivologia #ArquivosNacionais #GestãoDocumental #PolíticaArquivística #PreservaçãoDigital #CiênciadaInformação #CNArq2026*

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Seminário “Gestão Documental: Gerenciamento e Governança” — TRT-MG debate o papel estratégico da gestão documental na administração pública

Realizado em 9 de junho de 2026, o Seminário “Gestão Documental: Gerenciamento e Governança” promoveu um espaço qualificado de debate sobre os fundamentos teóricos e os desafios práticos da gestão e da governança documental no âmbito da administração pública. O evento foi organizado pela Secretaria de Documentação (Sedoc) do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (TRT-MG), por meio de sua Divisão de Gestão Documental (DIGD), com apoio da Escola Judicial do Regional (Ejud) e patrocínio do Comitê de Documentação e Memória.


Welder Antônio Silva (ECI/UFMG)

A iniciativa integrou as comemorações do **Dia da Gestão Documental**, instituído pela Resolução GP nº 324/2024, e compôs a programação da **Semana Internacional dos Arquivos (8 a 12 de junho)**, celebrada sob o tema global *”Arquivos pela Justiça: Direitos, Memória e Futuros”*. Realizado em formato híbrido, com transmissão ao vivo pelo canal do TRT-MG no YouTube, o seminário reuniu magistrados, servidores, terceirizados, representantes de outras instituições públicas e estudantes, configurando-se como um fórum interdisciplinar de intercâmbio de experiências e boas práticas institucionais.

Gestão documental como responsabilidade institucional compartilhada

Na perspectiva dos organizadores, o seminário representou uma oportunidade de aprofundamento do conhecimento técnico e do reconhecimento da gestão documental como função estratégica da administração pública. Conforme destacou Cristiano Barros Reis, chefe do Gabinete de Apoio da Sedoc, a gestão documental não se restringe a setores especializados, constituindo uma responsabilidade transversal a toda a instituição: *”todos participam da gestão documental querendo ou não, voluntariamente ou involuntariamente, porque todos produzem documentos que precisam estar seguros e acessíveis”*.

A abertura do evento foi conduzida pelo desembargador **José Marlon de Freitas**, presidência em exercício do TRT-MG, que enfatizou a necessidade de atualização contínua dos profissionais da área e reafirmou a dimensão social dos arquivos, compreendidos não apenas como dispositivos de armazenamento, mas como instrumentos essenciais à preservação da memória coletiva e à construção de uma sociedade mais justa.

O desembargador **Emerson José Alves Lage**, coordenador do Comitê de Documentação e Memória do TRT-MG (Cdom), reforçou o valor histórico dos acervos da Justiça do Trabalho como registros das transformações sociais ao longo do tempo, destacando os desafios da transição dos arquivos físicos para os digitais e a necessidade de garantir a preservação segura e acessível do patrimônio documental institucional.

Fundamentos teóricos: documentos, evidência e governança

A palestra inaugural, intitulada **”A Gestão Documental como Instância de Gerenciamento e Governança”**, foi proferida pelo Prof. Dr. Welder Antônio Silva, docente da Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais (ECI/UFMG), especialista em Arquivologia e membro do Grupo de Pesquisa “Políticas e gestão de documentos e arquivos”. A exposição abordou o papel estratégico dos arquivos na padronização de processos administrativos, na produção de evidências e no suporte à tomada de decisões institucionais.

O professor fundamentou sua análise na concepção do documento como registro da ação humana — seja de pessoas físicas ou jurídicas —, destacando sua função probatória e sua centralidade para a legitimação de atos ao longo da vida dos indivíduos e das instituições. Diante do avanço da transformação digital, Welder Antônio Silva alertou para a complexidade crescente da gestão arquivística em ambiente eletrônico: *”já é desafiador fazer a gestão de documentos não digitais. No ambiente digital, as vulnerabilidades e instabilidades são significativamente maiores”*, ressaltando que tal contexto demanda investimentos contínuos em segurança, infraestrutura e qualificação profissional, sob o risco do *”caos informacional”*.

Temas abordados e contribuições

Ao longo da programação, foram tratados temas como: a gestão documental como instrumento de memória e história; a constituição do acervo documental do TRT-MG; a função dos arquivos a serviço da administração; a segurança da informação; rotinas de trabalho arquivístico em bibliotecas e tribunais regionais; e a apresentação de trabalhos acadêmicos vinculados a pesquisas realizadas no acervo judiciário. Foram também divulgados os resultados da primeira reunião dos arquivistas da Justiça do Trabalho de Minas Gerais, realizada na véspera do seminário.

O encerramento contou com a participação da corregedora do TRT-MG, desembargadora **Maristela Íris da Silva Malheiros**, que reafirmou o compromisso institucional com a capacitação dos servidores e com a conscientização acerca da importância da guarda, organização e conservação do acervo documental como condição para a eficiência, eficácia e desempenho da instituição.

Equipe de formadores

O seminário contou com as seguintes contribuições:

**Welder Antônio Silva** (ECI/UFMG) | **Cristiano Barros Reis** (Gabinete de Apoio Sedoc/TRT-MG) | **Ana Lúcia da Silva do Carmo** (Seção de Arquivos Permanentes/TRT-MG) | **Lorena Lopes Freire Mendes** (Secretaria de Liquidação de Despesas/DOF) | **Márcia Aparecida Ferreira Campos** (Assessoria de Assuntos Administrativos/DG) | **Flávia Cerqueira Mindello** (Secretaria de Apoio Judiciário) | **Gabriela Moraes Lopes** (Divisão de Projetos de Apoio Judiciário) | **Josiane Pereira Vitor Martins** (Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação) | **Luiz Felipe Campos Fernandes** (Divisão de Segurança da Informação) | **Márcia Lúcia Neves Pimenta** (Biblioteca/TRT-MG) | **Fernanda Madeira Diniz Couto** (estagiária de Biblioteca) | **Ana Carolina de Almeida Borba** (DIGD) | **Gabriela Lima** (mestranda em História/UFMG) | **Inaldo Nascimento** (arquivista/TRT-ES)

O seminário evidenciou que, em um contexto de crescente digitalização dos processos administrativos e de ampliação das exigências de transparência e accountability, a gestão documental ocupa posição estratégica indispensável para a preservação da memória institucional, a garantia de direitos e o fortalecimento do Estado democrático de direito.

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Palestra de Abertura – IV Colóquio Acervos Privados e Pessoais

O Colóquio Acervos Privados e Pessoais é um evento organizado e promovido pelo Laboratório de estudos sobre acervos privados e pessoais (LABAPP) e pelo Grupo de Pesquisa “Acervos Privados e Pessoais: memórias, políticas e patrimônio” (Grupo APP), ambos da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).

Em sua quarta edição, o Colóquio Acervos Privados e Pessoais tem como tema central a institucionalização de arquivos privados e pessoais. Este processo envolve a aquisição desses acervos por instituições de custódia, que os preservam, tratam e disponibilizam ao público, transferindo-os do espaço privado para o domínio público.

A institucionalização é altamente complexa, abrangendo etapas técnicas, políticas e estratégicas, com impactos significativos tanto para as instituições custodiantes quanto para os contextos sociais, culturais e acadêmicos. Sua natureza está sujeita a interferências diversas, mas é fundamental para garantir a preservação de documentos produzidos fora de ambientes públicos. Assim, evita-se a perda ou o silenciamento desses registros, que permaneceriam confinados em esferas particulares.

O Professor Renato Pinto Venâncio, membro do Grupo de Pesquisa: Políticas e gestão de documentos e arquivos, participou do evento, palestrando sobre a instituicionalização de arquivos, na palestra de abertura.

As atividades do evento foram transmitidas online, via canal do LABAPP no Youtube. Indicamos abaixo os links de acesso direto às transmissões das palestras e mesa redonda:

Dia 02/09, 19h – Palestra de abertura:

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Integrantes do PGDA participarão do Ciclo de Palestras que celebram 130 anos do Arquivo Público Mineiro;

O Arquivo Público Mineiro (APM), instituição mais antiga da área cultural do estado de Minas Gerais, foi criado em julho de 1895, celebrando, neste ano, 130 anos.
Superintendência da Secretaria de Estado de Cultura, o APM é responsável por desenvolver políticas públicas de tratamento e difusão dos acervos documentais de Minas Gerais, considerados de guarda permanente, e documentos privados de interesse público e social.

No bojo das efemérides desta data, o Ciclo de Palestras contará com eventos e atividades complementares noturnas, promovidas pela Pró-reitoria de Graduação da Universidade Federal de Minas Gerais. As discussões reúnem discentes, técnicos, o público externo e professores interessados nas temáticas. A série vai até novembro, reunindo professores e egressos que já desenvolveram atividades de pesquisa e gestão no APM.

No dia 29 de abril de 2025, os convidados são os ex-diretores do APM Vilma Moreira dos Santos, professora aposentada da ECI, e Renato Venâncio, professor efetivo da ECI e membro deste grupo de pesquisa. Na ocasião, eles irão discutir suas experiências e desafios na Gestão de instituições arquivísticas.

Data: terça-feira, 29 de abril de 2025
Horário: 19h
Local: auditório Adriana Bogliolo, sala 1000 da ECI (1º andar)
Endereço: Avenida Antônio Carlos, 6.627 – Pampulha, Belo Horizonte

No dia 23 de maio de 2025, O Professor Welder Silva (UFMG), Vice-Lider deste grupo de pesquisa, e a Doutora Gisele Arcanjo (MPMG) vão compor a mesa “Planejamento e governança: APM e Conselho Estadual de Arquivos”. O evento também será realizado no Auditório Adriana Bogliolo/Escola de Ciências da Informação da UFMG, às 19h30. Inscrições no neste link.

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II Simpósio da História dos Arquivos e da Arquivologia

Tema central: Protagonismos na história dos arquivos e da Arquivologia

Entre os dias 10 e 12 de setembro, a Universidade Federal de Minas Gerais sediará o II SIMPÓSIO DA HISTÓRIA DOS ARQUIVOS E DA ARQUIVOLOGIA.

O evento tem como objetivo estimular a continuidade do debate coletivo sobre a história dos arquivos e da Arquivologia, mediante a interlocução entre docentes, discentes de pós-graduação, pesquisadores, alunos de graduação e profissionais da área.

A realização do Simpósio é de suma importância para a área (re)conhecer sua trajetória histórica e epistemológica, desenvolver e difundir o pensamento arquivístico, além de contribuir com a construção de projetos, iniciativas e metodologias que favoreçam a salvaguarda de arquivos públicos e privados, nos ambientes digital e/ou não digital.

HISTÓRICO

A primeira edição do Simpósio da História dos Arquivos e da Arquivologia aconteceu de 25 e 26 de maio de 2023 na Universidade Federal Fluminense e contou com a participação de pesquisadores, estudantes e profissionais de diferentes instituições e de diferentes regiões do Brasil. Foram dois dias de intensas discussões e do reconhecimento da necessidade de aprofundar discussões acerca da história das instituições e funções arquivísticas, além dos protagonistas na constituição da área no país.

Inscrições

As inscrições serão gratuitas e disponíveis até o dia 05/09/2025.

Realize sua inscrição aqui.

Modalidade: Artigo

Áreas temáticas
1- A história da circulação e apropriação de saberes arquivísticos, cooperação e missões de profissionais.
2- História das instituições que abrigam arquivos, sobretudo arquivos pessoais, e não se configuram como centros ou serviços arquivísticos vinculados à estrutura da administração pública.
3- Os Arquivos públicos, a história das políticas arquivísticas e do associativismo.
4- Princípios, fundamentos e conceitos da história das “funções arquivísticas” à luz dos métodos, técnicas, práticas e aplicações no tratamento dos arquivos.
5- Produção do conhecimento no campo da história dos arquivos: formação, ensino superior, pesquisa científica e eventos.
6- Trajetórias e biografias de personagens da Arquivologia, articuladas ao contexto histórico, social, cultural e tecnológico e aos problemas arquivísticos.

As inscrições serão gratuitas e disponíveis até o dia 05/09/2025.

Submissões

Prazo para submissão: 19/03/2025 – 16/05/2025
Modalidade: Artigo
Realize sua submissão aqui.

Organizado por Cíntia Aparecida Chagas e Welder Antônio Silva

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DEMARCAÇÃO DE TERRAS INDÍGENAS: contribuições dos Arquivos Públicos

O Professor Renato Pinto Venâncio, membro deste grupo de pesquisa e professor de pós-graduação da Escola de Ciência da informação da UFMG, vai ministrar, no dia 8 de agosto de 2023, a palestra DEMARCAÇÃO DE TERRAS INDÍGENAS: contribuições dos Arquivos Públicos.

Acompanhe aqui:

O Curso de Extensão: “Ensino de Geografia e Relações étnico-raciais: Povos Indígenas – Demarcação já” propõe discutir a situação dos Povos Indígenas no Brasil, e com apoio à campanha do Movimento Indígena de “Demarcação já” dos Territórios Indígenas. A questão da Educação Indígena nos interessa em especial porque gostaríamos de entender seus princípios e proposições, todavia, para que realmente haja uma formação que respeite a cultura indígena é necessário que os povos indígenas sejam respeitados como povos originário do território nacional, e que haja uma reparação em relação a todas as expropriações já ocorridas no passo e ainda no presente .

Durante o curso serão discutidas as contribuições da Lei 11645/2008 e seus desdobramentos para uma educação ampla que preze pela valorização de todas as pessoas. Pretende-se promover reflexões sobre o racismo presente em nossa sociedade, especialmente na escola, e nas aulas de Geografia.

Currículo do Palestrante:RENATO PINTO VENÂNCIO

Possui graduação em História pela Pontifícia Universidade Católica – RJ (1982), mestrado pela Universidade de São Paulo (1988), doutorado pela Universidade de Paris IV – Sorbonne (1993) e pós-doutorado pela Universidade de São Paulo (2005). É professor na Universidade Federal de Minas Gerais-UFMG. Entre 1998 e 2021 foi Pesquisador do CNPq. Entre 2004-2008 foi Consultor Científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG). Entre 2005 e 2008 dirigiu o Arquivo Público Mineiro, também atuando como Editor da Revista do Arquivo Público Mineiro. Entre 2007-2008 foi Consultor Científico da UNESCO, no Comitê Nacional Memória do Mundo. Entre 2006-2008 foi membro da Seção Brasileira da Comissão Luso-Brasileira para Salvaguarda e Divulgação do Patrimônio Documental – COLUSO-Conarq/Arquivo Nacional. Colaborou na implantação da Diretoria de Arquivos Institucionais (Diarq) da UFMG, tendo sido Diretor dela entre 2015-2019.

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A Roda de Conversa “Pesquisas em Arquivologia: panorama nacional”

A Roda de Conversa “Pesquisas em Arquivologia: panorama nacional” discutiu a respeito das pesquisas da área, no dia 06 de junho de 2023.

A 7ª Semana Nacional de Arquivos teve como tema geral “ARQUIVOS: TERRITÓRIOS DE VIDAS“. Nesse contexto, buscou-se discutir e estímular reflexões, bem como inspirar debates sobre ações e práticas arquivísticas por meio do diálogo entre instituições, sociedade e usuárias/os.

Dentre os convidados, estavam os docentes/pesquisadores participantes do Grupo de Pesquisa “Políticas e gestão de documentos e arquivos“, Dr. Renato Venâncio, Dr. Welder Silva e Drª Camila Lehmkuhl. Além deles, o evento contou com a Drª. Meriane Vieria, docente e pesquisadora da UFPB.

Conheça a Base de Dados Pesquisas Arquivísticas Brasileiras.

Abaixo, segue o vídeo desta Roda de Conversa:

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1ª Reunião do Grupo de Pesquisas Políticas, gestão de documentos e arquivos em 2023

O Grupo de Pesquisas Políticas, gestão de documentos e arquivos realizou, no dia 13 de abril, sua primeira reunião no corrente ano.

Foram que foram apresentadas as novas integrantes, Drª Evelin Mintegui e Drª Camila Lehmkuhl. Decidiu-se, também, como será a dinâmica de funcionamento do grupo em 2023.

A Drª Evelin Mintegui é Profa. Adjunta no Instituto de Ciências Humanas e da Informação, na Universidade Federal do Rio Grande (ICHI – FURG). Além disso, é Profa. Colaboradora do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCIN – UFRGS). Tem interesse nos seguintes temas de pesquisa: análise de políticas públicas de informação; políticas de informação e cultura; Arquivos e subsistemas políticos; Arquivos, bibliotecas e regimes de informação; e na possibilidade de complementaridade entre análise de políticas públicas e regimes de informação; e Arquivologia contemporânea.

Drª Evelin Mintegui

A Drª Camila Lehmkuhl é docente no Departamento de Ciência da Informação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Atua principalmente nos seguintes temas: Arquivo Permanente; Arquivo Escolar; Arquivo de Registro Civil; Funções Arquivísticas; Memória; Sistemas para Integração da Informação de Registro Civil.

Drª Camila Lehmkuhl

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Simpósio de História dos Arquivos e da Arquivologia

O Dr. Renato Pinto Venâncio, professor da Escola de Ciência da Informação da UFMG e membro do Grupo de Pesquisa “Politicas, gestão de documentos e arquivos” participará do Simpósio de História dos Arquivos e da Arquivologia, realizado pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal Fluminense (PPGCI-UFF)e pelo Curso de Arquivologia da UFF (GGA-UFF).

A realização do simpósio em questão tem por objetivo verticalizar os estudos sobre a História dos Arquivos e da Arquivologia no Brasil e suas relações com outros países, a partir da sistematização dos trabalhos de pesquisadores e profissionais da área. Além disso, pretende definir uma agenda referencial de temas de pesquisa de modo a capitalizar esforços e centrar a atenção em pontos julgados de importância.

Data de realização do evento: 25 e 26 de maio de 2023

Público-alvo: pesquisadores, estudantes e profissionais de diferentes instituições e países.

Formato do evento: presencial – Auditório do Instituto de Computação

Inscrições gratuitas.

Clique no link e inscreva-se: Simpósio de História dos Arquivos e da Arquivologia

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